A ERA DO CONHECIMENTO E A ADOÇÃO DO SPED - SISTEMA PÚBLICO DE ESCRITURAÇÃO DIGITAL - COMO IMPACTO NA CONTABILIDADE

  • Irenilce Farias Mota Professora da Faculdade Ateneu – FATE e especialista em MBA Gestão Financeira, Gestão Tributária e graduada em Ciências Contábeis – FGV/Faculdade Castelo Branco/ FAI
  • Elizângela da Silva Graduada em Ciência Contábeis – FATE
Palavras-chave: Gestão das informações contábeis. Nota Fiscal Eletrônica. Sistema Público de Escrituração Digital.

Resumo

O governo, sentindo a necessidade de obter informações rápidas e precisas das empresas, utilizou-se da tecnologia da informação para criar o SPED (sistema público de escrituração digital). Os sistemas de informações, mais precisamente a internet, tornam-se eficazes não só para o governo, mas também para as empresas e sociedade como um todo. Foi pensando nisso que o governo implantou o SPED, o qual é formado pelos subsistemas: Nota Fiscal Eletrônica, Escrituração Contábil Digital e Escrituração Fiscal Digital, dentre outras. Com a introdução do SPED, ocorreram diversas mudanças e adaptações, pois este faz conexão com os entes federativos de forma on line, reduz as obrigações acessórias em forma de papel e consequentemente contribui para os anseios dos contribuintes, ou seja, sujeito passivo da obrigação tributária. A Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) é o projeto pioneiro, encontrando-se hoje consolidado e maduro, vindo à implementar um modelo nacional de documento fiscal eletrônico. A administração tributária acompanha as operações comerciais em tempo real e ao autorizar a emissão da NF-e, dar maior segurança e confiabilidade aos usuários desses documentos contábeis. A pesquisa apresenta ainda informações de como é composto o SPED, vantagens, desvantagens e aspectos normativos.

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Publicado
2026-01-26