FUSÕES E AQUISIÇÕES EMPRESARIAIS NO CONTEXTO BRASILEIRO: O CASO DA OI E BRASIL TELECOM

  • Maria José da Siva Feitosa Mestranda em Administração (PROPAD/UFPE) e Graduada em Administração (UFCG).Atua como pesquisadora do Grupo Interdisciplinar de Pesquisas e Estudos em Sustentabilidade (GIPES/UFPE).
  • Minelle Eneas da Silva Doutorando em Administração (PPGA/UFRGS), Mestre em Administração (PROPAD/UFPE) e Graduado em Administração (UFCG). Atua como professor do ensino superior e pesquisador de grupos de pesquisa na UFCG e UFPE.
  • Luciene Alencar Firmo
Palavras-chave: Fusões; Aquisições empresariais; Negociação.

Resumo

A realidade empresarial mudou e as empresas carecem formular estratégias que lhes permitam se estruturarem em uma base cada vez mais sólida. A implementação dessas estratégias muitas vezes resulta em reestruturações empresariais, as quais podem ocorrer por meio de fusões, aquisições ou incorporações. Nesse sentido, o presente trabalho objetiva apresentar e discutir a dinâmica de fusões e aquisições no contexto da telefonia celular brasileira. Para tanto, utilizou-se um caso prático de aquisição que ocorreu entre a Oi e a Brasil Telecom, uma negociação acontecida em 2009. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa descritiva, de abordagem qualitativa, realizada por meio de levantamento bibliográfico. Os dados foram analisados por meio de um estudo profundo dos dados encontrados na análise bibliográfica. Os resultados apontam que a transação pode ser considerada do tipo congênere. Alguns dos motivos que levaram à aquisição foram: integração de redes e aumento da capacidade de investimento em novas tecnologias, além de economias de escala e de escopo. Assim, a transação realizada mostra-se vantajosa, na medida em que possibilitou a capacidade de expansão no mercado nacional e internacional, assim como sinergia decorrente das economias de escala e escopo.

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Biografia do Autor

Luciene Alencar Firmo

Mestranda em Administração (PROPAD/UFPE) e Graduada em Administração (UFCG). Atua como pesquisadora do Grupo de Pesquisas sobre Educação a Distância na UFPE.

Publicado
2026-01-26