https://periodicos.uniateneu.edu.br/index.php/revista-educacao-e-ensino/issue/feedRevista Educação & Ensino - ISSN 2594-44442026-02-03T15:37:11+00:00Janote Pires Marqueseducacao.ensino@uniateneu.edu.brOpen Journal Systems<p>A revista<strong> Educação & Ensino</strong>, ISSN 2594-4444, vinculada ao Centro Universitário Ateneu (UniAteneu), foi criada no ano de 2017 e tem como objetivo publicar artigos científicos voltados para a pesquisa e para o ensino com foco na formação de professores. Aborda a educação em suas múltiplas interfaces com as áreas do conhecimento e valoriza pesquisas que contribuem para a articulação teoria e prática na formação profissional inicial e continuada. A revista também se propõe veicular pesquisas sobre o ensino e a transmissão de saberes, em espaços escolares e não escolares.</p> <p>A revista <strong>Educação & Ensino</strong> tem regime de fechamento anual e recebe artigos para avaliação em fluxo contínuo. O periódico é avaliado pela Capes com <strong>Qualis B1</strong> nas áreas de Educação, Ensino, Interdisciplinar e Psicologia.</p>https://periodicos.uniateneu.edu.br/index.php/revista-educacao-e-ensino/article/view/1023APRESENTAÇÃO2026-02-01T15:38:25+00:00Janote Pires Marquesjanote.pires@professor.uniateneu.edu.br<p>A revista <strong>Educação & Ensino</strong>, vinculada ao Centro Universitário Ateneu (UniAteneu), foi criada no ano de 2017 e tem como objetivo publicar artigos científicos voltados para a pesquisa nos campos do ensino e da educação.</p> <p>O periódico constitui espaço para abordar a educação em suas múltiplas interfaces com as áreas do conhecimento e valoriza pesquisas que colaborem na articulação teoria e prática na formação profissional inicial e continuada. A revista também se propõe a promover a interdisciplinaridade e a veicular pesquisas sobre o ensino e a transmissão de saberes em espaços escolares e não escolares.</p> <p>O regime de fechamento é anual com recebimento de artigos para avaliação em fluxo contínuo, sendo a revista avaliada pela Capes com <strong>Qualis B1</strong> na área mãe <strong>Educação</strong>, e com publicações na mesma qualificação em diversas áreas, como Ensino, Psicologia, História e Interdisciplinar.</p>2026-02-01T00:44:39+00:00Copyright (c) 2026 Revista Educação & Ensino - ISSN 2594-4444https://periodicos.uniateneu.edu.br/index.php/revista-educacao-e-ensino/article/view/1024Lugar de contrastes2026-02-01T23:14:24+00:00Juliana de Souza Ferreira Vieirasouza.vieira@aluno.uece.brKarla Patrícia Martins Ferreirakarlaferreira@unifor.brMaria de Lourdes da Silva Netaneta.lourdes@uece.brAntônio Germano Magalhães Juniorgermano.junior@uece.br<p>Este trabalho apresenta dados a respeito de percepções de estudantes sobre o ambiente escolar, uma perspectiva acerca das vivências neste lugar ao longo de suas trajetórias estudantis. Assim, objetiva-se apresentar resultados referentes à compreensão de afetos, significados, sentidos e estima de lugar de estudantes do Ensino Médio de uma escola estadual do Ceará, apresentando dados e resultados da Imagem de Contrastes mostrando representações simbólicas que os participantes tinham a respeito do ambiente escolar. Este trabalho é de abordagem qualitativa, utilizando o Instrumento Gerador de Mapas Afetivos elaborado por Bomfim (2010; 2018). Os estudantes que apresentaram sentimentos e pensamentos ambíguos sobre o ambiente escolar em sua maioria não se engajam com a escola, isto é, encontram-se despotencializados para alguma ação em prol de si mesmo no e para o espaço escolar, por isso encontram-se destacados na Imagem de Constrastes.</p>2026-02-01T01:05:03+00:00Copyright (c) 2026 Revista Educação & Ensino - ISSN 2594-4444https://periodicos.uniateneu.edu.br/index.php/revista-educacao-e-ensino/article/view/827O ensino da história afro-brasileira à luz da LDB no estado do Maranhão2026-02-01T15:38:38+00:00Pablo Renan Veloso da Silvapablorenanadv@gmail.comJúlio César de Souzajulio.souza@ifmg.edu.br<p>Esta pesquisa busca apresentar o “estado da arte” ao realizar um mapeamento de produções acadêmicas que tratam sobre o ensino da história afro-brasileira á luz da LDB no Estado do Maranhão, desenvolvidas nos anos de 2021 a 2024. Fundamentou-se teórica e metodologicamente nos seguintes autores: Oliveira (2007), Freire (1986), Miranda (2012), entre outras (os), que se debruçam sobre as características da tipologia de pesquisa aqui apresentada, bem como nortearam os passos dados pelo pesquisador. Adotou-se a revisão bibliográfica, por meio de uma busca nos repositórios eletrônico-acadêmicos das plataformas “<em>Scholar</em>” e “<em>Scielo”</em>, utilizando-se os seguintes descritores: ensino da história afrobrasileira e história afro-brasileira no Maranhão, tendo sido selecionados 20 textos de pesquisas realizadas entre os anos de 2021 a 2024. Constatou-se que pesquisadores vinculados à Universidade Federal do Maranhão (UFMA), foram quem mais produziu trabalhos acadêmicos sobre a temática em questão. Após exame dos resumos de todos os textos selecionados, verificou-se também que as pesquisas apresentam em sua grande maioria a mudança legislativa trazida pela lei 10.639/2003, que alterou o texto da LDB, tornando obrigatório o ensino da história afro-brasileira na educação básica. Porém, os desafios para a efetivação desse ensino no ambiente escolar ficaram evidentes em alguns textos. Observou-se também que o ensino de História Afro-brasileira tem sido objeto de interesse de pesquisadores no âmbito dos programas de graduação e pós-graduação no Estado do Maranhão.</p>2026-02-01T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Educação & Ensino - ISSN 2594-4444https://periodicos.uniateneu.edu.br/index.php/revista-educacao-e-ensino/article/view/916Crianças negras e os impactos do racismo escolar no processo de ensino e aprendizagem no primeiro ano do ensino fundamental2026-02-01T15:36:28+00:00José Douglas de Abreu Araújojosedouglasabreu@gmail.comKaren Virgínia da Silva Guedeskaren.guedes@aluno.uece.br<p>Este estudo investiga os impactos do racismo no ensino e aprendizagem das crianças negras, considerando a escola como um espaço para a construção identitária e o desenvolvimento das crianças. A pesquisa tem como objetivo compreender, a partir da experiência de professores, como o racismo se reflete no processo de ensino e aprendizagem das crianças negras de uma turma do primeiro ano do Ensino Fundamental em uma escola da rede pública da cidade de Iguatu-CE. A pesquisa seguiu uma abordagem qualitativa, descritiva e narrativa da prática, voltada à compreensão reflexiva dos sentidos da experiência. Foi realizada em uma escola pública de Iguatu-CE, com produção de dados por meio de observações em sala de aula e registros em diário de campo ao longo de oito aulas, incluindo situações significativas e falas espontâneas de professoras. Os resultados indicam que o racismo está presente nas interações diárias e contribui para a exclusão dos alunos negros, prejudicando seu desempenho. Destaca-se ainda, a necessidade da implementação plena da Lei nº 10.639/03 para a promoção da equidade racial na educação.</p>2026-02-01T05:10:50+00:00Copyright (c) 2026 Revista Educação & Ensino - ISSN 2594-4444https://periodicos.uniateneu.edu.br/index.php/revista-educacao-e-ensino/article/view/679Ensino inclusivo de ciências e matemática nos anos iniciais do ensino fundamental2026-02-01T15:37:45+00:00Paulo Vitor da Silva Santiagopaulovitor.paulocds@gmail.comJosé Rogério Santanarogesanta@ufc.brFrancisco Cleuton de Araújocleutonaraujo86@gmail.comMárcia Maria Siqueira Vieirasiqueira@rede.ulbra.brTânia Maria Rodrigues da Silvataniasilva52@yahoo.com.br<p>No contexto da educação inclusiva, o ensino de Ciências e Matemática nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental para crianças com autismo assume um papel crucial na promoção do desenvolvimento educacional e social desses estudantes. Este estudo tem como objetivo analisar como práticas pedagógicas adaptadas podem facilitar a aprendizagem desses alunos, considerando suas necessidades específicas e promovendo sua inclusão efetiva no ambiente escolar regular. Para alcançar esse objetivo, foi adotada uma abordagem metodológica qualitativa com caráter exploratório, utilizando um estudo de caso como estratégia principal. A análise de conteúdo foi empregada para examinar profundamente as adaptações curriculares, métodos de ensino e estratégias pedagógicas implementadas durante as aulas de Ciências e Matemática. Os resultados revelaram que a utilização de recursos visuais, jogos educativos e adaptações nos métodos de ensino foram eficazes para engajar os alunos com autismo, facilitando sua compreensão dos conceitos abordados e promovendo interações positivas com os colegas. As discussões destacaram a importância de uma formação continuada dos professores, além da necessidade de uma infraestrutura escolar adequada e suporte técnico para a implementação bem-sucedida dessas práticas inclusivas. Conclui-se que, ao adaptar o ensino de Ciências e Matemática para atender às necessidades específicas das crianças com autismo, é possível não apenas melhorar seu desempenho acadêmico, mas também promover sua inclusão social e emocional dentro do ambiente escolar. Este estudo reforça a importância de estratégias pedagógicas personalizadas para garantir uma educação de qualidade e equitativa para todos os estudantes, independentemente de suas características individuais.</p>2026-02-01T01:49:03+00:00Copyright (c) 2026 Revista Educação & Ensino - ISSN 2594-4444https://periodicos.uniateneu.edu.br/index.php/revista-educacao-e-ensino/article/view/976A presença da paleontologia nos documentos norteadores do Rio Grande do Sul:2026-02-01T15:37:19+00:00Enrico Copello de Souzaenricocopellosouza@gmail.comBruno Peruzzi Peres Peresbruno.peruzzip@gmail.comAilton Jesus Dinardiailtondinardi@unipampa.edu.br<p>A paleontologia é a área que estuda aspectos biológicos deixados para trás pela passagem do tempo, é inegável que sua importância tanto para a ciência quanto para a história como um todo é imensurável. Porém, mesmo com a sua importância, essa área da ciência é pouco explorada nos documentos norteadores da educação brasileira. Tendo isso em mente, essa pesquisa teve como objetivo investigar como a temática Paleontologia é descrita no Referencial Curricular Gaúcho e na BNCC. Utilizamos de um método qualitativo e exploratório, do tipo documental, os documentos norteadores BNCC (Base Nacional Comum Curricular) e RCG (Referencial Curricular Gaúcho) foram investigados a respeito da maneira com que o tema Paleontologia e suas vertentes estão presentes nestes documentos. A escassez desse tema foi refletida no fato de que nos documentos norteadores há um total de 26 menções à assuntos ligados à Paleontologia, isso levando em consideração os dois documentos, tanto do ensino fundamental quanto do ensino médio. Essa desvalorização de termos relacionados à área em questão limita o estudo desse tema em salas de aula, mesmo levando em consideração que o Rio Grande do Sul é rico em descobertas científicas voltadas à área da paleontologia. É de suma importância que as regiões brasileiras tenham estudos voltados para seus próprios contextos e descobertas locais, para que assim haja uma contextualização que torne possível um entendimento mais amplo por parte dos discentes.</p>2026-02-01T02:13:45+00:00Copyright (c) 2026 Revista Educação & Ensino - ISSN 2594-4444https://periodicos.uniateneu.edu.br/index.php/revista-educacao-e-ensino/article/view/941Explorando a interdisciplinaridade na formação inicial do pedagogo2026-02-01T15:37:32+00:00Maria Glaucilene Sousa Vasconcelosglaucilene.vasconcelos@gmail.comLarissa Elfisia de Lima Santana Santana larissa.santana@uece.brMikaelle Barboza Cardoso Cardosomikaelle.cardoso@ifce.edu.brMarcilia Chagas Barretomarcilia.barreto@uece.br<p>Essa investigação tem como temática central a interdisciplinaridade na formação inicial de pedagogos. O estudo teve como objetivo analisar as contribuições da vivência de elaboração de uma sequência de ensino para a compreensão da interdisciplinaridade por graduandos de um curso de Pedagogia, visando fomentar discussões sobre a temática no contexto educacional, especialmente na formação inicial docente. Adotou-se a abordagem qualitativa e realizou-se um estudo de caso buscando os aspectos subjetivos sobre o objeto em estudo. Os dados foram coletados por meio de um questionário e analisados a partir da análise de conteúdo temática. Os achados dessa investigação revelaram que os licenciando de Pedagogia pesquisados apresentaram avanços em relação a compreensão temática interdisciplinaridade, favorecido tanto pelos estudos teóricos sobre o tema quanto pela vivência de elaboração do planejamento de uma sequência de ensino. Assim, concluiu-se que se faz relevante aos cursos de Pedagogia adotar práticas que incentivem e aprofundem estudos sobre a interdisciplinaridade, para que os futuros docentes a reconheçam também como uma possibilidade de ensino e de aprendizagem.</p>2026-02-01T01:59:05+00:00Copyright (c) 2026 Revista Educação & Ensino - ISSN 2594-4444https://periodicos.uniateneu.edu.br/index.php/revista-educacao-e-ensino/article/view/912Pluralidade e narrativas da divulgação científica na Amazônia Digital2026-02-01T15:37:07+00:00Claudia de Souza Limacdsl.mca25@uea.edu.brSilvia Regina Freitassrfreitas@uea.edu.brLuciane Lopes de Souzallopes@uea.edu.br<p>Este artigo apresenta um mapeamento de instituições não formais e divulgadores independentes que atuam na divulgação científica por meio das plataformas Instagram e YouTube. O estudo teve como objetivo identificar e analisar perfis dedicados à popularização da ciência, observando seus temas predominantes, estratégias comunicacionais e frequência de publicações. Adotou-se uma abordagem qualitativa e exploratória, com mapeamento sistemático de perfis e instituições vinculadas a conteúdos científicos, culturais e ambientais, considerando critérios como vínculo territorial ou temático, regularidade de postagens e uso predominante das plataformas. Os resultados evidenciam concentração de iniciativas nos estados do Amazonas e Pará, enquanto outras unidades da federação apresentam menor representatividade. Temas como biodiversidade, educação ambiental, saberes tradicionais e saúde pública foram recorrentes, com distinções entre perfis institucionais, voltados a conteúdos técnicos, e independentes, que privilegiam saberes vivenciais. Observou-se o protagonismo de grupos historicamente marginalizados, como mulheres ribeirinhas e indígenas, que utilizam o espaço digital para mediar ciência, cultura e território. Conclui-se que a divulgação científica digital se configura como prática plural e multifacetada, demandando parcerias entre instituições e agentes comunitários para ampliar o alcance e o potencial pedagógico dessas ações.</p>2026-02-01T02:19:07+00:00Copyright (c) 2026 Revista Educação & Ensino - ISSN 2594-4444https://periodicos.uniateneu.edu.br/index.php/revista-educacao-e-ensino/article/view/921Bibliotecas escolares na cultura digital2026-02-01T15:36:54+00:00Gilvan Cavalcante Silva Filhogilvan.filho@ueg.brVinicius Oliveira Seabra Guimarãesvs.seabra@gmail.com<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">Este artigo analisa o papel das mídias sociais digitais nas práticas pedagógicas desenvolvidas em bibliotecas escolares, destacando seu potencial para ampliar o acesso à informação, a mediação do conhecimento e o protagonismo dos estudantes. A pesquisa, de caráter qualitativo e descritivo, baseia-se em revisão bibliográfica sistemática e examina o uso de plataformas como YouTube, TikTok, Instagram e Facebook no contexto educacional. Os resultados apontam que, quando utilizadas de forma planejada, as mídias sociais digitais contribuem para a criatividade, a colaboração e o pensamento crítico, alinhando-se às competências da BNCC (Brasil, 2018). Além disso, os podcasts se mostram como recursos pedagógicos inclusivos e democráticos, fortalecendo a missão das bibliotecas como espaços de inovação. Contudo, identificam-se desafios, como a falta de formação específica de professores e bibliotecários e a ausência de políticas públicas consistentes. Conclui-se que as bibliotecas escolares, ao integrarem mídias sociais digitais às suas práticas, consolidam-se como ambientes estratégicos de aprendizagem colaborativa, alinhados às demandas da cultura digital contemporânea.</span></span></p>2026-02-01T02:56:03+00:00Copyright (c) 2026 Revista Educação & Ensino - ISSN 2594-4444https://periodicos.uniateneu.edu.br/index.php/revista-educacao-e-ensino/article/view/928Quando o excesso compromete o propósito2026-02-03T15:37:11+00:00Manoelzito Ximenes Gomes Filhomanoelzito.filho@prof.ce.gov.brJuan Ireneo Barreto Asconajiba43@yahoo.com<p><span style="font-weight: 400;">O presente estudo discute a intensificação das avaliações externas no estado do Ceará, e seus impactos na gestão educacional municipal. Teve como objetivo analisar a percepção de dirigentes municipais de educação, e gerentes do PAIC, quanto ao aumento do número de avaliações, à logística necessária, à sobreposição de instrumentos, e à utilização dos resultados para proposição de estratégias pedagógicas. A pesquisa, de natureza básica, caráter exploratório e abordagem qualitativa, utilizou-se do </span><em><span style="font-weight: 400;">survey</span></em><span style="font-weight: 400;"> com questionário estruturado em escala </span><em><span style="font-weight: 400;">Likert</span></em><span style="font-weight: 400;">, aplicado a 19 participantes. Os dados foram tratados estatisticamente, com destaque para correlações de </span><em><span style="font-weight: 400;">Spearman</span></em><span style="font-weight: 400;">. Os resultados evidenciaram consenso quanto ao aumento expressivo de avaliações e à sobreposição entre elas, fatores que comprometem o tempo disponível para análise crítica dos dados e dificultam a implementação de intervenções pedagógicas efetivas. Apesar de demonstrarem competência técnica e empenho na organização logística, as secretarias enfrentam limitações de tempo, recursos financeiros e apoio institucional, o que fragiliza a apropriação pedagógica dos resultados. Identificou-se, ainda, correlação negativa entre o crescimento do número de avaliações e a disponibilidade de tempo para análise detalhada, evidenciando risco de decisões pouco fundamentadas e reforço das desigualdades educacionais. Conclui-se que, embora as avaliações externas apresentem potencial diagnóstico relevante, sua intensidade, e frequência atuais, reduzem sua potência formativa. Recomenda-se maior integração entre os entes federativos e a adequação das políticas avaliativas, de modo a equilibrar monitoramento e tempo para reflexão, garantindo que os resultados subsidiem efetivamente ações pedagógicas significativas.</span></p>2026-02-01T01:39:02+00:00Copyright (c) 2026 Revista Educação & Ensino - ISSN 2594-4444https://periodicos.uniateneu.edu.br/index.php/revista-educacao-e-ensino/article/view/893Ressignificação da formação docente2026-02-01T15:36:41+00:00Catarina Felipe Nogaredi de Oliveiracatarinafelipe@sed.sc.gov.brJoselane Laureano da Silvajoselanesilva@sed.sc.gov.brLuciana Flor Correa Felipeluciana.flor.c@gmail.com<p>O presente estudo examina criticamente o impacto da formação docente sobre a efetividade da educação inclusiva no contexto brasileiro, visto que, apesar dos expressivos avanços legais, os professores ainda relatam insegurança e limitações para enfrentar os desafios impostos pela Educação Inclusiva. Esses sentimentos, contudo, não se relacionamnecessariamente a presença de estudantes com deficiência em sala de aula, mas àressignificaçãodas práticas pedagógicas,processos avaliativos,formas de organização escolar e, sobretudo, da cultura institucional. Nesta perspectiva, a pesquisa evidenciou que a qualidade da formação inicial e continuada dos docentes é fator determinante para a materialização de práticas inclusivas fundamentadas em equidade e justiça social. Ressaltando a necessidade de abordagens formativas que promovam, além de conteúdos específicos, reflexões éticas, flexibilidade didática, desenvolvimento de práticas colaborativas e enfrentamento consciente de preconceitos estruturais e barreiras atitudinais. Os resultados ainda reafirmam a premência de investimentos em políticas públicas que assegurem formação crítica, assessoramento pedagógico contínuo, adequação de recursos e infraestrutura escolar. E, sustentam, que a inclusão escolar efetiva depende de outros dois elementos: engajamento coletivo — envolvendo equipe gestora, corpo docente, famílias e comunidade — e revisãopermanente das práticas educacionais para a construção de ambientes verdadeiramente inclusivos e democráticos.</p>2026-02-01T04:21:45+00:00Copyright (c) 2026 Revista Educação & Ensino - ISSN 2594-4444